Na quarta-feira (9), a mulher voltou à clínica acompanhada de outro filho, de 14 anos, para verificar o estado de saúde do rato. No local, descobriu que o animal havia morrido.
A dona do animal se indignou com a situação e disse que, antes da morte, o rato estava se alimentando e caminhando normalmente, segundo a PM. Ela pediu a devolução do valor pago pelo tratamento, mas a médica veterinária informou que a clínica poderia estornar apenas R$ 300.
As envolvidas começaram a discutir. A tutora do rato, então, pegou uma gaiola que estava na clínica como forma de pagamento de metade do valor que havia gasto e tentou deixar o local de carro.
Segundo o relato da mulher, funcionários do estabelecimento foram atrás dela e do filho. Uma das colaboradoras teria tentado segurar o volante do veículo para impedir que ela saísse.
Conforme o relato da tutora à PM, o filho dela tentou intervir na situação, mas recebeu um chute de uma funcionária da clínica. O adolescente, então, deu três socos no rosto da mulher. Os dois continuaram discutindo.
Como o BO trazia apenas a versão da dona do rato, o g1 contatou a médica veterinária responsável pela clínica. Ela não quis se identificar e não respondeu sobre o estado de saúde do animal e o tratamento dado a ele. A profissional afirmou que o histórico médico e registro clínico de pacientes são dados restritos.
A veterinária também afirmou que a equipe dela não cometeu agressão física, mas que uma funcionária sofreu golpes pela tutora do rato e o filho dela, além de insultos racistas e homofóbicos. Segundo a profissional, a colaboradora precisou de radiografias para estudo das lesões no rosto e está afastada do trabalho.
Ninguém foi preso, segundo a Polícia Militar.
Por: G1