De acordo com a avaliação meteorológica, a baixa umidade é resultado do período de estiagem enfrentado pela cidade. A condição exige atenção redobrada da população, especialmente com hidratação, exposição ao sol e realização de atividades físicas ao ar livre.
Segundo o geógrafo e professor William Borges, 11% se aproxima dos níveis observados em regiões desérticas, como o Deserto do Atacama, um dos mais secos do planeta.
A previsão indica que o tempo seco deve persistir nos próximos dias, com a umidade relativa do ar permanecendo abaixo dos 30%, patamar já considerado de alerta pelos órgãos de saúde e meteorologia.
A falta de chuva e a alta temperatura faz com que a umidade evapore, chegando a níveis desérticos.
No deserto do Saara, por exemplo, no norte da África, a umidade do ar varia de 14% a 20%. Segundo monitoramento do Inmet, no Brasil, 244 cidades registraram índices menores ou iguais a esse.
Por: G1