A Prefeitura abriu uma enquete online com cinco duplas de nomes finalistas selecionadas a partir de 208 sugestões enviadas por moradores.

A votação segue aberta até esta sexta-feira (16) por meio de um formulário online divulgado nas redes sociais da prefeitura.
Os animais , um macho e uma fêmea, ganharam o "novo lar" em Garça no dia 23 de setembro. Eles haviam sido resgatados em outubro de 2025, na zona rural de Monte Aprazível, após se separarem da mãe.
Cada uma das cinco duplas de nomes finalistas traz um significado especial ligado à região ou à história dos animais. Confira:
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Inca e Italina – Homenagem à história de Garça, resgatando antigos nomes ligados ao município e valorizando a identidade local e a natureza;
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Zumbi e Dandara – Inspirados na história e na cultura afro-brasileira, representa força, coragem, resistência, união e liberdade;
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Iago e Iuli – Destacam o vínculo entre os irmãos, simbolizando proteção, força, juventude, vitalidade e recomeço;
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Mufasa e Zara – Nomes associados à força, proteção, graça, companheirismo e união;
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Café e Cacau – Homenagem à tradição cafeeira de Garça, conectando cultura, natureza, sustentabilidade e as tonalidades da pelagem das onças-pardas.
Resgate e transferência dos animais
Quando chegaram a São José do Rio Preto, os irmãos pesavam cerca de 850 gramas cada. À época, a Polícia Ambiental participou do resgate e informou que a suspeita era de que os felinos haviam se separado da onça durante a colheita. Atualmente, a fêmea pesa 30,5 quilos e o macho 39,8 quilos.
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Filhotes de onça-parda no Zoobotânico de São José do Rio Preto (SP) — Foto: Divulgação
Segundo o Zoobotânico de São José do Rio Preto, a decisão de encaminhar os filhotes para outro município se deu com foco no bem-estar deles. Os irmãos desenvolveram um forte vínculo durante o período de quase um ano em que ficaram no local, o que foi levado em consideração na hora de definir o destino para o qual eles foram destinados.
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Filhotes de onça-parda no Zoobotânico de São José do Rio Preto (SP) — Foto: Marcos Morelli/Pref. Rio Preto
Os felinos seguem em acompanhamento veterinário no Zoológico de Garça, mas não poderão ser devolvidos à natureza. Como foram separados da mãe quando ainda tinham poucas semanas de vida, eles não tiveram a oportunidade de aprender comportamentos fundamentais para a sobrevivência junto a outras espécies.
Por: G1