Segundo o registro policial, a vítima aguardava o recebimento de uma quantia relacionada a um processo judicial e recebeu mensagens de uma pessoa que se apresentou como seu advogado.

O contato foi feito pelo mesmo número de telefone que, segundo ela, era utilizado habitualmente pelo profissional. Por isso, a mulher acreditou que conversava com o advogado.
Durante a conversa, o suposto advogado afirmou que seriam necessários pagamentos para uma declaração relacionada ao processo e que os valores seriam posteriormente devolvidos.
Ele enviou duas chaves Pix por um aplicativo de mensagem e orientou a vítima a fazer as transferências.
A primeira operação realizada foi de R$ 19.999,99. Depois, ela fez uma segunda transferência no valor de R$ 14.999,99, totalizando R$ 34.999,98.
Falso promotor em chamada de vídeo
Pouco antes das transferências, o criminoso pediu que a mulher utilizasse o celular de outra pessoa para participar de uma chamada de vídeo. Segundo o relato, ele afirmou que seria realizada uma reunião para finalizar o processo judicial.
A vítima usou o celular da filha para entrar na chamada pelo aplicativo de mensagem.
Durante a ligação, o homem manteve a câmera desligada e se apresentou como promotor de Justiça. A participação do suposto promotor serviu para reforçar a história de que a mulher estaria em uma reunião relacionada ao processo.
Convencida de que os contatos eram legítimos, ela realizou os dois pagamentos.
Por: G1