As intervenções serão realizadas em pontos considerados estratégicos ao longo de toda a estrutura.
Problemas antigos na estrutura
A ponte, com 1.153 metros de extensão e 10,40 metros de largura, foi construída em 1975 pela Furnas Centrais Elétricas e recebe diariamente cerca de 15 mil veículos. A estrutura antiga apresenta deterioração nas juntas de dilatação, falhas no pavimento e outros problemas apontados por especialistas.
Em reportagens exibidas pela TV Integração, motoristas relataram dificuldades para atravessar o local. Em alguns trechos, buracos chegaram a expor o Rio Paranaíba. Também havia queixas sobre remendos feitos com massa asfáltica, considerados inadequados por especialistas devido ao aumento da vibração provocada pela passagem de veículos pesados.
De acordo com a agência goiana, muitos condutores reduzem a velocidade ao passar pelo local e, em alguns casos, chegam a invadir a contramão para desviar dos danos existentes na pista.
Em novembro de 2025, o Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) e a Goinfra firmaram um termo de cooperação para desenvolver ações conjuntas de melhoria da infraestrutura viária entre os dois estados. Entre as medidas previstas estava a recuperação da ponte.
Por: G1