O inquérito foi finalizado e encaminhado ao Poder Judiciário, que dará sequência ao processo criminal.
As investigações apontam que o homem foi dopado e afogado. Também indicam que a namorada planejou o crime após o homem não cumprir promessas que envolviam a compra de fazendas e veículos.
De acordo com a Polícia Civil, o crime foi preparado ao longo de um mês pela namorada, que executou diretamente o crime, e contou com a amiga, que sugeriu o uso de clonazepam para dopar o homem.
Conforme a Polícia Civil, apesar de o laudo de DNA ainda não ter sido concluído, a vítima foi identificada por familiares por meio de características físicas, como roupas, tatuagem e uma falha na arcada dentária.
Crime foi planejado como “brincadeira” durante piquenique
Segundo a polícia, para executar o plano, a namorada convenceu o homem a participar de um suposto piquenique em área rural, sob a justificativa de uma “brincadeira” envolvendo o consumo rápido de bebida alcoólica.
De acordo com as investigações, a mulher também orientou o companheiro a não comentar o encontro com outras pessoas, o que dificultou as buscas iniciais após o desaparecimento.
Homem foi dopado e morto por afogamento
Conforme a Polícia Civil, no dia do crime, o homem ingeriu bebida alcoólica adulterada com aproximadamente meio frasco de clonazepam.
Ainda conforme os policiais, ao passar mal, o homem foi até um córrego para lavar o rosto. Nesse momento, em estado de extrema vulnerabilidade, foi surpreendido pela namorada, que segurou sua cabeça debaixo d’água, provocando a morte por afogamento.
Por: G1