“Com a queda da temperatura e a baixa umidade do ar, nós temos uma circulação maior do vírus e, por isso, as pessoas ficam mais gripadas e resfriadas”, destacou o médico, em entrevista à TV TEM.
Em relação às crianças, o especialista frisa que a gravidade pode ser maior e os sintomas também. “Tem a questão da bronquiolite, que é preocupante, principalmente nas crianças até dois anos. Se tiver febre alta persistente, diminuição da alimentação, respiração mais rápida, ou quando a musculatura do tórax fica com aspecto de ‘chupado’ na região das costelas, isso tudo é dificuldade respiratória e pode correr para o hospital”, alerta o especialista.
A vacina, segundo o médico, é um dos fatores mais importantes para a prevenção da doença. “As vacinações são muito importantes, principalmente grupos prioritários, como gestantes, que podem tomar o imunizante a partir das 28 semanas de gestação", explica.
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Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) da Zona Norte de Rio Preto (SP) — Foto: TV TEM/Reprodução
O médico salienta que, sendo vacinada, a gestante vai passar os anticorpos para o bebê, protegendo-o contra a síndrome respiratória aguda grave "Essa síndrome leva à internação e, às vezes, até resulta em morte”, diz Marcelo.
De acordo com a Secretaria de Saúde, a cobertura vacinal abrange 21% das crianças, 42,3% das gestantes e 36,4% dos idosos em Rio Preto.
Por: G1