Caso foi registrado na Central de Flagrantes da Polícia Civil de Rio Preto (SP) — Foto: Madelyne Boer/TV TEM
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima disse à polícia que, na sexta-feira (13), viu o anúncio da empresa e fez o cadastro para prestar o serviço. Após o envio dos dados pelo aplicativo, recebeu contato de uma suposta atendente da transportadora.
A falsa funcionária pediu que a autônoma enviasse documentos pessoais e informações do veículo. Diante disso, a atendente perguntou se o automóvel da vítima tinha rastreador.
Com a negativa, a suspeita informou que seria necessário instalar o equipamento e que a transportadora possuía uma empresa parceira para fazer o serviço, pelo custo de R$ 1,3 mil.
A falsa funcionária garantiu que o valor seria restituído após 30 dias de trabalho. A vítima, acreditando na veracidade da informação, parcelou o pagamento em 12 vezes.
Contudo, minutos depois, outro falso funcionário pediu que a mulher fizesse novos pagamentos, com a alegação de que ela precisaria de um certificado, emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para transportar medicamentos.
A autônoma, então, passou a desconfiar da situação, uma vez que tinha conhecimento de que o certificado não era obtido dessa forma ou exigido de motoristas. Ao confrontar o golpista, a mulher afirmou que o suspeito reagiu e encerrou a conversa com a mensagem: "feliz carnaval”.
A vítima entrou em contato com a agência bancária e solicitou o cancelamento da compra. A ocorrência foi registrada como estelionato na Central de Flagrantes. Os suspeitos não foram identificados até a última atualização desta reportagem.
Por: G1